Arquitetura hostil e aporofobia
Palavras-chave:
aporofobia, hostil, sociedade, pessoas em situação de ruaResumo
O trabalho aborda a arquitetura hostil e a aporofobia, temas ligados à atualidade e ao curso técnico de edificações. Ambas estão presentes na sociedade, principalmente mediante ao aumento de pessoas em situação de rua, que enfrentam práticas aporofóbicas diariamente, praticadas tanto pela sociedade quanto por governantes como aponta Frangella (2005). A aporofobia reflete a hostilidade e a aversão a pessoas em vulnerabilidade e pobreza, enquanto a arquitetura hostil surgiu devido ao crescente desejo da privatização de espaços coletivos, promovendo a descaracterização de espaços públicos para exclusão. Exemplos incluem pedras sob viadutos, barras metálicas e estruturas de concreto em bancos ou praças. Para ilustrar, projetamos duas maquetes: uma retrata um ambiente hostil, e a outra, acolhedor, com um restaurante popular que amplia o acesso à moradia e ao trabalho. Nosso objetivo é mostrar que, por meio de educação urbana, políticas públicas inclusivas e cooperação entre sociedade civil e Estado, é possível reduzir a hostilidade, promovendo acolhimento e pertencimento para pessoas em situação de rua, cuja existência está ameaçada.
Referências
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