Escravidão em Campos dos Goytacazes: Taxonomia de Escravos e Teorias Racialistas

Autores

  • Thaís do Carmo Periard

Palavras-chave:

Escravidão, Racialismo, Classificação

Resumo

Esta pesquisa tem como ponto central buscar entender como era feita a taxonomia de escravos em períodos finais da escravidão no Brasil, partindo de uma análise que privilegia o contexto regional. O entendimento inicial desta questão se baseia a partir de um debate teórico com alguns dos principais autores que investigam a classificação de pessoas feitas no período do Antigo Regime indo de encontro com os padrões estabelecidos no século XIX. Além disso, também buscouse entender como ocorreu a transformação desse padrão classificatório após o advento das teorias racialistas, que contribuíram para que as elites políticas fomentassem ainda mais a hierarquização social. Utilizando como fonte as escrituras de compra e venda de escravos registradas em Campos dos Goytacazes, foram obtidos dados que exemplificam como os cativos eram registrados nesta região. O caminho percorrido passa através da análise dos dados obtidos, buscando ressaltar como a “qualidade” deixou de ser o fator principal para classificação dando lugar a “raça” como maneira preponderante para efetuar essas sistemáticas na região.

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Publicado

2026-05-19

Como Citar

DO CARMO PERIARD, T. Escravidão em Campos dos Goytacazes: Taxonomia de Escravos e Teorias Racialistas. Congresso de Interdisciplinaridade do Noroeste Fluminense, [S. l.], v. 4, n. 1, 2026. Disponível em: https://anais.eventos.iff.edu.br/index.php/coninfitaperuna/article/view/2902. Acesso em: 9 jun. 2026.