O corte nos investimentos em pesquisa nas universidades e institutos federais e as suas consequências nefastas para o desenvolvimento científico nacional
Palavras-chave:
Cortes orçamentários, Pesquisa, ExtensãoResumo
Este trabalho tem como objetivo ressaltar a importância da pesquisa nas universidades e institutos federais e apresentar como a falta de investimentos em produção científica tem afetado diretamente o progresso técnico-científico brasileiro. Durante o governo Bolsonaro, os investimentos em pesquisa decaíram progressivamente. A CAPES e o CNPq foram obrigados a cortar ou reduzir auxílios e bolsas de iniciação científica, Mestrado, Doutorado e estágio pós-doutoral, além de outros investimentos em programas específicos. A situação é alarmante. Vários estudantes têm buscado outras fontes de investimentos fora do Brasil, o que é prejudicial para a pesquisa nacional. Usaremos para análise, dados publicados em jornais a respeito do investimento em pesquisa nos últimos anos. Estes dados foram coletados em diversos artigos em jornais e revistas publicados entre os anos de 2019 a 2021. Foram analisadas publicações online do portal G1, da rede Globo, artigos do jornal da USP e do setor de periódicos, da CAPES, e informações sobre a Lei Orçamentária (LOA), disponível no site do Ministério da Economia, além de outras publicações que foram utilizadas para complementação dos dados anteriormente levantados. Até o momento, coletamos variados artigos e entrevistas com docentes do Instituto Federal Fluminense sobre os referidos cortes, e os impactos imediatos desta política para a pesquisa e a extensão do IFF. Em geral, estes cortes têm afetado a produção acadêmica de docentes e estudantes da referida instituição. Houve a diminuição progressiva no número das bolsas de pesquisa e extensão, além da estagnação de investimentos na graduação e na pós-graduação.






