Guerreiras Sem Méritos: os Desafios da Dupla Jornada da Mulher e a Feminização da Pobreza.
Palavras-chave:
Família, Gestora, Lar, FemininaResumo
Atualmente no Brasil, mais da metade dos lares são chefiados por mulheres e muitos são os desafios de manter uma dupla jornada, cuidando do lar, dos filhos e tendo que trabalhar fora por ser a única provedora da família. As mulheres se vêm no lugar de gestoras de seus lares, assumindo assim as despesas que um lar gera e as despesas de seus filhos e outros membros da família. Além de todo esse compromisso, o mercado de trabalho dificulta para essas mulheres quando procuram emprego, por conta de toda essa sobrecarga e demandas, sobrando assim empregos de meio período e mal remunerados. Todo esse cenário traz consigo o fenômeno da feminização da pobreza, onde se consta mais mulheres na linha da pobreza do que os homens. A justificativa desse trabalho é a necessidade de entender os desafios desse cenário onde ocorre esse aumento significativo das mulheres chefiando seus lares e obter mais conhecimento sobre ele. Os objetivos desse estudo é entender quais são os motivos que as mulheres vêm chefiando seus lares cada vez mais e quais os desafios que essa dupla jornada traz e porque ele aumenta a feminização da pobreza. A metodologia abordada nesse trabalho é através de pesquisa bibliográfica. Os resultados obtidos até o presente momento é que houve um aumento de 72,9% de mulheres chefiando famílias, em um período de 10 anos, entre 2012 e 2022, considerando que entre homens e mulheres, 50,9% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres, sendo assim maioria. O que determina e concluí essa condição das mulheres serem maioria em chefiar os lares brasileiros é que a maioria delas tomam essa postura de provedoras por conta de abandono parental, divórcios ou invalidez do conjugue, os homens assim deixam de contribuir com o lar e os filhos






