Os detetives e os Romances de Enigma: Sherlock Holmes e Tonico Arzão, um diálogo possível

Autores

  • Ana Lúcia Lima da Costa Schmidt

Palavras-chave:

Maria Alice Barroso, Romance policial, Comparação, Sherlock Holmes, Tonico Arzão

Resumo

As narrativas policiais sempre foram vistas como romances populares, sem muito prestígio dentro de suas literaturas. Mesmo sendo considerado um texto pertencente à literatura de massa, Arthur Conan Doyle foi imortalizado pela criação do maior detetive dedutivo de todos os tempos: Sherlock Holmes. Do outro lado do globo, em terras tupiniquins, deslocados no tempo e no espaço, a escritora fluminense Maria Alice Barroso criou o primeiro romance policial ambientado na província e com ele surge a figura de Tonico Arzão, um misto de delegado e detetive dedutivo. Este trabalho se propõe a criar um diálogo possível entre os dois personagens, observando se as características do romance de enigma e as do detetive dedutivo permanecem na personagem brasileira. Esta pesquisa se configura metodologicamente como um trabalho bibliográfico e se vale dos teóricos Reimão (1983) e Todorov (2006). Como esta pesquisa ainda está em desenvolvimento, serão esboçadas algumas conclusões iniciais, para explicitar as semelhanças e diferenças a respeito dos detetives. Nesse sentido, será abordada tanto a questão fictícia, envolvendo características dessas personagens, quanto à questão histórica.

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Publicado

2026-05-19

Como Citar

LIMA DA COSTA SCHMIDT, A. L. . Os detetives e os Romances de Enigma: Sherlock Holmes e Tonico Arzão, um diálogo possível. Congresso de Interdisciplinaridade do Noroeste Fluminense, [S. l.], v. 4, n. 1, 2026. Disponível em: https://anais.eventos.iff.edu.br/index.php/coninfitaperuna/article/view/2267. Acesso em: 9 jun. 2026.