Estudo do Efeito do Corante Eristrosina na Germinação do Alface (Lactuca Sativa) e em um Minhocário
Palavras-chave:
Toxicidade, neurológicos, docesResumo
Os corantes alimentícios, apesar de tornarem os alimentos mais atrativos, podem representar riscos à saúde. Este projeto tem como foco o corante Red 3, conhecido cientificamente como eritrosina, amplamente presente em doces e picolés — produtos consumidos principalmente por crianças. O estudo busca demonstrar os riscos associados à ingestão frequente desse corante, que pode causar danos neurológicos ao longo do tempo. O principal objetivo é avaliar a toxicidade do corante Red 3 e conscientizar sobre os riscos de seu consumo excessivo, especialmente em crianças. Especificamente, o projeto pretende observar os efeitos da eritrosina em organismos vivos simples, como minhocas e sementes de alface, simulando o impacto ambiental e biológico do corante em diferentes concentrações. A metodologia consiste na preparação de meios de cultivo contaminados com diferentes concentrações de eritrosina. Serão utilizados dois modelos experimentais: Minhocas, alimentadas com solo contaminado por alimentos contendo o corante. E Sementes de alface, cultivadas em solos com níveis variados de eritrosina. Um grupo controle (“branco”), sem contaminação, servirá para comparação. Após alguns dias, serão analisados os efeitos do corante sobre a sobrevivência das minhocas e a germinação das sementes, avaliando a toxicidade conforme o aumento da concentração. Espera-se observar efeitos negativos proporcionais à concentração de eritrosina, evidenciando sua toxicidade. Os resultados deverão reforçar a necessidade de reduzir o uso desse corante em alimentos, promovendo conscientização sobre seus riscos potenciais à saúde infantil e estimulando o consumo de produtos com corantes naturais.






