Direitos Humanos como privilégios de pessoas privadas de liberdade
Palavras-chave:
Direitos Humanos, Racismo estrutural, DesinformaçãoResumo
Introdução: Após mais de setenta anos da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), no Brasil, o conhecimento, a compreensão e a efetivação desses direitos enfrentam inúmeros desafios, como a desinformação, o racismo estrutural e a ideia equivocada de que os direitos humanos são um privilégio de pessoas privadas de liberdade. Justificativa: É
urgente e necessário compreender tais distorções para combatê-las, visando a promoção e a garantia dos Direitos Humanos. Objetivo: Na escrita deste ensaio, buscou-se analisar como esta ideia equivocada surge, se perpetua e constrói o imaginário social brasileiro e ressaltar a importância de uma Educação em Direitos Humanos que contemple a luta antirracista. Metódo: O ensaio foi
efetuado por meio de pesquisa bibliográfica e os artigos, selecionados mediante sua relevância e produção crítica. Resultados: Os resultados apontam que esta equivocação surgiu no período de redemocratização do Brasil e segue sendo reforçada pelos discursos midiáticos e políticos contemporâneos, que criminalizam e desumanizam, sobretudo, pessoas negras. Conclusão: Concluise que o combate à desinformação e ao racismo estrutural é fundamental para a efetivação dos Direitos Humanos no Brasil. A luta de Marielle Franco é mencionada como um exemplo de resistência e de como a defesa dos Direitos Humanos pode ser interpretada inadequadamente, evidenciando a urgência de uma educação contínua e crítica em Direitos Humanos.






