A inclusão de portadores de necessidades especiais na Química
Palavras-chave:
Educação inclusiva, Necessidades especiais, Ensino de QuímicaResumo
É notório que a educação inclusiva no Brasil não tem sido eficiente, mesmo já sendo uma política adotada pelo governo e estabelecida por lei desde 2008. Por isso, os alunos portadores de necessidades especiais são os mais prejudicados na hora de receber uma aprendizagem equitativa e de qualidade. A falta de estrutura nas escolas e a má preparação dos profissionais não são novidade, mas esses fatores são os principais motivadores do déficit no ensino, além de muitas escolas ainda não apresentarem propostas para receber e integrar esses alunos. Junto a isto, as secretarias de educação também precisam se comprometer com a causa e criar políticas e ações para melhorar as condições de acesso e educação nessas instituições. Nessa esteira, o presente trabalho objetiva trazer um relato de experiência de uma oficina para alunos de Licenciatura em Química, na qual se apresentou uma reformulação dos conteúdos e metodologias, sugerindo materiais didáticos mais interativos e adaptados no ensino da disciplina, tais como o uso de tabelas periódicas em braile e o sinalário de Química.Espera-se, com o compartilhamento dessa experiência, promover nas escolas um ambiente de maior aceitação, com professores mais bem preparados para alunos especiais, garantindo um espaço de aprendizagem de efetiva inclusão e equidade.






