A inclusão de portadores de necessidades especiais na Química

Autores

  • Mariana Damasceno Anastacio Instituto Federal Fluminense Campus Itaperuna
  • Júlia Ozório Teixeira Instituto Federal Fluminense Campus Itaperuna

Palavras-chave:

Educação inclusiva, Necessidades especiais, Ensino de Química

Resumo

É notório que a educação inclusiva no Brasil não tem sido eficiente, mesmo já sendo uma política adotada pelo governo e estabelecida por lei desde 2008. Por isso, os alunos portadores de necessidades especiais são os mais prejudicados na hora de receber uma aprendizagem equitativa e de qualidade. A falta de estrutura nas escolas e a má preparação dos profissionais não são novidade, mas esses fatores são os principais motivadores do déficit no ensino, além de muitas escolas ainda não apresentarem propostas para receber e integrar esses alunos. Junto a isto, as secretarias de educação também precisam se comprometer com a causa e criar políticas e ações para melhorar as condições de acesso e educação nessas instituições. Nessa esteira, o presente trabalho objetiva trazer um relato de experiência de uma oficina para alunos de Licenciatura em Química, na qual se apresentou uma reformulação dos conteúdos e metodologias, sugerindo materiais didáticos mais interativos e adaptados no ensino da disciplina, tais como o uso de tabelas periódicas em braile e o sinalário de Química.Espera-se, com o compartilhamento dessa experiência, promover nas escolas um ambiente de maior aceitação, com professores mais bem preparados para alunos especiais, garantindo um espaço de aprendizagem de efetiva inclusão e equidade.

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Publicado

2026-05-19

Como Citar

MARIANA DAMASCENO ANASTACIO; JÚLIA OZÓRIO TEIXEIRA. A inclusão de portadores de necessidades especiais na Química. Congresso de Interdisciplinaridade do Noroeste Fluminense, [S. l.], v. 4, n. 1, 2026. Disponível em: https://anais.eventos.iff.edu.br/index.php/coninfitaperuna/article/view/1859. Acesso em: 9 jun. 2026.